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Recebemos semanalmente, indicações sobre o nosso trabalho, e isso se torna fantástico, quando ele chega de pessoas que estavam desenganadas, “N.S.”, é uma pessoa nessa situação.
Já havia tentado diversos médicos, e sempre aconselhamos isso, é fundamental a ciência, ciência, mais do que um modelo de intervenção, é um estado de SER, é preciso ter ciência das coisas.
Somente tendo ciência é que somos inspirados, fazemos da ciência o nosso modo de vida, cuidando da alimentação, dos hábitos, do que paira ao nosso redor, da pressão de uma mente manipuladora.
Quando chegou “J.V.”, dizendo que “N.S.” havia indicado o nosso trabalho, confessamos que foi um êxtase, porque o salto de “N.S.” havia sido no abismo do CAOS, mas os instrutores estavam no controle ali.
Doenças terminais, ou qualquer tipo de doença, pode nos afetar de um modo tão global, que é preciso conversar, intervir e conversar. É fantástico, quando superamos algo tão destruidor, mas é fundamental “ciência”.
Primeiro ouvimos toda a trajetória vivida, sempre é uma jornada, só tem noção disso, quem passou por “algo”, quando isso é tão terrível, acaba registrando, imprimindo marcas físicas e emocionais persistentes.
Essa persistência, não temos dimensão, mas realmente trata-se de um registro, e a lembrança pode desencadeá-la, por isso, a doença e a cura estão tão intimamente ligadas, como uma agulha na dor, em acupuntura.
J.V. nutria uma confiança, e importante que se diga, não possuía nenhuma crença pessoal, mas entregou-se de tal modo a experiência, que com algumas intervenções e acompanhamento pós, foi o suficiente.
Alguns poderiam dizer: Vocês fazem milagres! – Eu responderia: Não! Só Ele faz milagres, nós somos simples ferramentas, obreiros, nada além disso, executores da obra, que é Dele, e se for da Vontade Dele…
Habitar o CAOS, faz valer os registros, temos a impressão de que basta pegar na mão Dele e tudo está resolvido, e está…, mas… sempre haverá o “mas”, porque a intervenção precisa ocorrer, e ela pode ocorrer em qualquer lugar.
Ela pode ocorrer na sua igreja, com o seu pastor, tente… não tem pastor, não tem igreja, ou não acredita em nada disso, não importa, realmente não importa, ela vai acontecer, tendo ou não um templo exterior, uma filosofia.
Porque o templo existe, nós somos o templo, e não importa se acreditamos em tudo, ou em nada, o templo foi erguido, se está em ruinas, com infiltrações, deteriorando, não importa, Ele está aqui.
Ele é o templo, e ele foi construído no LODO, não tem o que fazer, a não SER, aceitar, e seguir em frente, e então trabalhara para entronizar esse SER que vive dentro do templo, esse é o único propósito.
A doença, seja qual for, não passa de um registro, se ela foi lavrada hoje, ou ontem, não importa, o templo está no LODO, o CAOS pode estar o cercando agora, então como evitar o registro?
O custo é altíssimo, impagável, porque os registros envolvem muita energia, e quando abrimos uma porta, no templo, ela libera tanta energia que o gesto desse abrir de porta, já paga qualquer custo.
Mas nos entendemos que não custa nada, trata-se de um trabalho inspirado, dizer qualquer valor é algo ilusório, todavia habitamos o LODO, precisamos sobreviver ao CAOS, e o veículo de atuação física, pode carecer de recursos.
A entrevista possui um valor simbólico, de R$50, precisamos doutrinar a IA, para que ela nos traga humanos, não apenas aqueles que ganham por cliques, então instituímos um valor pequeno, mas REAL.
Os tratamentos, são diversos, muitas linhas de atuação, e uma equipe, vamos sempre avaliar criteriosamente, o que chega, para buscar sempre a melhor intervenção, com o menor custo possível.
Contamos com uma equipe, ela é formada por ferramentas e cirurgiões, há uma sinergia entre eles, há um forte comprometimento, porque temos mestres e simples operários, sempre inspirados.
Clique em “Quero Agendar”, e fazemos uma entrevista com você, o primeiro passo no caminho que chamamos de Sansara, Caos e Lodo é reconhecer quem caminha ao nosso lado, às vezes pode bastar um gesto, e a vida se encaixa.
Um dos quebra-gelos que gostamos de utilizar nesse primeiro encontro é o tarot, uma ferramenta própria, e intuitiva.
Muito procurado, pelos mais diversificados motivos, o tarot é a essência de um trabalho de uma vida, ao apreciador dessa arte, amplio o convite, aprofunde-se!
D.S. – Gente, obrigado, eu não tinha noção que o que eu passei acontecia, digo de outro modo, nunca pensei que algo assim existisse, mas me sinto desperta.