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VELHO HÁBITO HUMANO DE SER HUMANO

Ao mesmo tempo que nos aproxima, a modernidade também nos deixa mais distantes. Quando não tínhamos toda essa tecnologia que há atualmente, estávamos mais próximos das pessoas que amávamos, pelo menos sabíamos o que elas sentiam.

Hoje temos tanta informação, tantos modos de estarmos próximos, mas algo parece que nos distancia. Parece que temos cada vez menos tempo, os dias voam, e quando percebemos, o ano já acabou, as crianças cresceram, envelhecemos.

Com esse recurso, através dessas palavras iniciais, quero fazer um convite para você: parente, amigo, conhecido, desconhecido, a todos que estão chegando essas palavras. Que tal?! Vamos resgatar o “velho hábito humano de ser humano”?

Vamos seguir nesse velho hábito de conversar, fazendo uso do nostálgico e emprestado recurso da modernidade, a escrita ou a fala, hoje digitais, como você preferir. Conversaremos um pouco sobre alguns temas, apenas um bate-papo gostoso.
Aqui não há “certo e errado”, pois viver a vida é sempre uma grande experiência e uma oportunidade. Tudo começou quando decidimos soltar a mão dos nossos pais ou responsáveis e explorar o mundo; você lembra de algo assim?

É com essa introdução que eu gostaria de trazer os temas e convidar você a explorá-lo. Toda pessoa que ler esse texto, sinta-se convidada a interagir comigo. Meu nome é Mauricio Cordeiro Neves, sou publicitário e psicólogo, para mais acesse.

O objetivo dessa obra é inicialmente conhecer você, saber o que pensa sobre os temas que deixarei de vez em quando na sua “conta”. Hoje nem falamos mais de “caixa postal”, quase ninguém usa isso, nem e-mail. Deixo o convite, responda-me!

Quem sabe não transformamos esse gesto em uma obra literária feita por muitas mãos e experiências reais. Tenho certeza de que as pessoas que vou convidar são muito especiais, têm “tarimba de vida”; alguns leitores podem nem saber o que é isso...

Desde já, agradeço!
Primeira questão: Quando você se percebeu, quando se deu conta de que era uma pessoa, um indivíduo; de que era, de fato, “alguém”? Por volta de qual idade e o que lhe marcou, o que fez perceber isso?

Já me apresentei, mas vou deixar de modelo para você que quer pegar um “cadinho” do meu processo e assim também se apresentar: Mauricio Cordeiro Neves, 54 anos, publicitário e psicólogo, ambos atuantes. Nasci em São Paulo, capital, e me percebi no bairro da Mooca, onde vivi os primeiros anos da minha vida, até os 5 anos de idade.

Eu percebi isso quando era muito jovem, devia ter entre 3 e 5 anos, e foi um conjunto de experiências. Não poderia cravar um único, eu estava sempre na companhia de muitas pessoas, várias cenas me marcaram.

Nessa época eu morei na rua Oratório, na Mooca, numa vilinha, um lugar onde boa parte do meu núcleo familiar vivia: pais, avós, tias, tios, primos... e foi justamente com a minha irmã que me percebi uma pessoa, um indivíduo.

Eu sempre fui muito curioso, e como lidava praticamente só com adultos, a pessoa mais nova com quem eu convivia era justamente minha irmã, cinco anos mais velha que eu. Percebi meu jeito de ser, muitas vezes expansivo.

Veja o que estou fazendo aqui. Perceba que nunca deixei de ser expansivo. Estou sem o mínimo de parcimônia, levando essa reflexão a um número enorme de pessoas, convidando para um bate papo, à moda antiga, trocando experiências.

Aquele meu jeito expansivo colocava minha irmã costumeiramente em maus lençóis, porque eu não media o meu tamanho. Os meninos não gostavam desse meu jeito, às vezes um tanto invasivo de me atirar na vida.

Eu protagonizei cenas na minha infância e meus primos poderão até dizer assim: esse meu primo realmente não se continha em viver dentro da caixinha. Eu trago isso à baila, eu tenho uma reflexão pessoal sobre isso.

“Nós somos o que somos”. Gosto de grifar essa frase porque ela não é apenas o meu entendimento; vem de anos estudando diversas correntes religiosas, e essa iniciativa que tive nos últimos anos evidenciam essa compreensão; são testemunhos.

O mundo muda o tempo todo. Nós podemos e devemos nos adaptar a essas mudanças até para sobreviver e isso é fundamental, mas a essência do que somos, no meu modo de ver, nunca muda. Costumo dizer que, quando muda, faz adoecer.

Eu trouxe aqui uma reflexão pessoal sobre essa questão, fique à vontade para retratar sua idade e experiência que o marcou para esse reconhecimento. A minha intenção com essa obra, respeitando a autorização dos convidados, é fechar as respostas em uma única obra e lançar como livro coletivo.

Eu quero conhecer pessoas que gostam desse movimento, pois tenho um trabalho em andamento. Porém, ele só se adapta a pessoas que sentem nessa oportunidade uma espécie de “chamado”.

Hoje, quando me sento para escrever, e veja, não sou um escritor, apenas gosto de escrever. Quando faço isso, pego na mão da Mãe Divina e sinto todo o seu AMOR, dizendo para mim: Toque o coração das pessoas!

Você pode responder aqui, nome, whats e resposta; pode anexar o seu texto em docx, ou se preferir, ainda pode gravar, escrever ou compartilhar no meu whatsapp 12 99712-1723, o importante é participar, do jeito que você mais se sente a vontade. Eu gosto de escrever!

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